A importância da postura correta na evacuação intestinal

Estamos no paleolítico, período pré-histórico onde a agricultura ainda não era praticada. Altura em que os Homens, movidos pela necessidade, precisavam de caçar, de pescar e de colher para se alimentarem. Tinham uma alimentação à base de animais de pequeno porte (carne e peixe), de frutos, sementes, folhas, raízes e outras espécies vegetais.

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Ser PALEO é adotar um estilo de vida saudável, onde nos aproximemos o máximo possível do regime alimentar e dos hábitos, do qual a nossa espécie está geneticamente adaptada.

Para além da alimentação, a civilização moderna foi gradualmente alterando outros hábitos, alguns deles implicando graves distúrbios no ser humano. A industrialização em massa das sanitas está directamente ligada ao aparecimento de algumas doenças como a obstipação e hemorróidas.

Numa era onde é imprescindível sermos criteriosos na informação e na qualidade da mesma, este artigo providenciar-lhe-á alguns tópicos relevantes sobre algo que não é comummente utilizado como tema de conversa: a sua sanita e os malefícios associados à sua utilização.

Antes da introdução da água canalizada na era moderna, grande parte da população mundial evacuava de cócoras, sendo que alguns países asiáticos e africanos ainda evacuam nessa posição, através da utilização das latrinas. Durante milhares de anos o ser humano fê-lo na posição de cócoras e não é por acaso que nesses países a incidência de problemas intestinais, tais como a prisão de ventre ou as hemorroidas são praticamente inexistentes.

 

Diversos estudos médicos demonstram que as sanitas estão relacionadas com o aparecimento de diversas doenças intestinais. Isto acontece porque, anatomicamente, não fomos concebidos para evacuar sentados, mas sim de cócoras.

A posição de cócoras desempenha um papel determinante nos processos de evacuação e de esvaziamento completo do intestino por uma simples razão: na posição de cócoras, o músculo puborretal (responsável pela continência intestinal humana)  relaxa totalmente permitindo assim uma evacuação sem esforço, mais rápida e completa.

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Sinto-me bem no mar

Como vos disse anteriormente encontro-me a tirar uma licenciatura em ciências da nutrição na Universidade dos Açores. O que ainda não tinha dito é que também sou natural de São Miguel – sou orgulhosamente micaelense. Bem, no primeiro texto expliquei-vos a importância de nos mantermos ativos e de adotarmos um estilo de vida saudável. O que não vos falei foi de alguns métodos que nós, Açorianos/Micaelenses, adotamos com o intuito de estarmos ativos e ao mesmo tempo nos realizarmos pessoalmente. No meu caso, a felicidade está nas coisas simples da vida, e o mar é uma dessas coisas que me ajuda a relaxar.

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A ilha de S. Miguel é conhecida pelas suas belezas naturais. As várias lagoas que a nossa ilha possui, as atrações de índole vulcânica nas furnas, a beleza natural das cascatas ao longo da ilha… O facto de estarmos rodeados por mar deixa-nos isolados, mas ao mesmo tempo, une-nos ao que importa: a natureza e as suas belas criações. Por estar cá há 24 anos e por estar tão próximo do mar desenvolvi uma ligação com tudo o que ele implica. Acho ótimo haverem empreendedores da terra a apostarem na dinamização de atividades marítimas e ao mesmo tempo, a respeitarem as espécies. Fiquem a conhecer uma empresa que faz pesca desportiva: Azores Fishing, o meu novo hobbie.

Para alguém que adora o mar tanto como eu, nada melhor que fazer uns passeios marítimos. Neles, posso disfrutar da serenidade (depende dos dias) do mar e dos seus barulhos, e ao mesmo tempo, observar as espécies que estão tão próximas de minha casa, mas que eu não fazia ideia. O primeiro peixe que consegui ver de perto nestas minhas idas para o mar foi o espadim branco, também conhecido por agulhão e pesa entre 15 a 30kg. É um peixe muito conhecido por dar espetáculo aos visitantes pois é muito irrequieto e “divertido”.

Recomendo vivamente, eu experimentei a primeira vez com o meu pai e hoje em dia vou sozinho, com amigos, com familiares. O importante é ir. Para além de ser um entusiasta relativamente às belezas naturais da ilha, sou apologista que devemos expor os locais ao mundo, mas sempre preservando os locais e as pessoas. Os açores estão na moda e eu percebo o motivo. Se não fosse de cá, também ficaria fascinado com o local, contudo, as minhas escolhas seriam sempre a pensar em mim e no ambiente. Optaria por alugar uma bicicleta ou andar de autocarro ao invés de alugar um carro, por exemplo. A calma da minha ilha é um dos pontos fortes e espero que assim se mantenha.

Se estiver interessado e quiser quais os peixes que poderá observar no passeio, deixo-lhe aqui o link.

Deixe-se contagiar pela beleza de São Miguel.

Grão a Grão

running2.jpgNão sou grande admirador de ditados populares, mas há um, que já devem estar a imaginar qual, me faz bastante sentido e serve de orientador para encarar o meu dia-a-dia e a forma como trato da minha dieta alimentar. Não é que me identifique muito com galinhas, mas indentifico-me sobretudo com a primeira premissa do ditado popular “ grão a grão enche a galinha o papo”.

Se o nosso corpo é um templo e temos de cuidar dele, nada melhor que perceber que perceber que o coliseu de Roma não se fez num dia. Percebem a analogia? O que pretendo dizer com isto é que não sou adepto de dietas radicais, mas sim de a adoção progressiva de um estilo de vida saudável. Uma pessoa para estar bem consigo mesma, e com isto quero dizer – saudável, não pode alternar o seu dia-a-dia com medidas radicas e esporádicas para perder peso.

Ao definirmos uma linha, e para essa linha ser tangível, é preciso consciencializarmo-nos que algo deve ser feito vagarosamente e com eficácia. Grão a grão é um sinónimo de passo a passo.

Se de algum modo te identificas com o que foi dito, mantem-te por perto. Aqui não haverá medidas extremistas e com o tempo tudo que esperas alcançar, alcançarás.

O meu nome é Daniel, estudo Ciências da Nutrição na Universidade dos Açores e tenho 22 anos. Estou no 2º ano do curso e estou a criar este blog com o intuito de te ajudar a conseguires os teus objetivos.

Este blog é para ti, para ti que não te identificas com a maneira como as dietas convencionais estão implementadas, para ti que achas que não consegues ter uma alimentação saudável, para ti que não consegues correr 100m seguidos, para ti que quando vês cogumelos te dá uma vontade súbita de atirar o prato pela janela fora, para ti… que achas que não consegues, mas se tentares afincadamente consegues.

Não precisas de deixar de comer, nem precisas de ser o rapaz ou a rapariga que ganha maratonas, nem o rei ou rainha do ginásio. Precisas de motivação para mudar, isso sim, é essencial.

Mudar o quê? Alimentação e exercício físico! São os melhores aliados na luta contra doenças cardiovasculares, intestinais e todas as outras que te podem ocorrer neste momento.

Se algo está mal, ou simplesmente queres mudar, é porque algo no teu dia-a-dia não está bem. Se passas o dia todo sentado no sofá a ver MTV tens de mudar. Primeiro já ninguém vê MTV, segundo,  passares o dia todo no sofá não é de todo recomendável. Se passas a vida no Mac Donald’s, a comer pizzas, a comer bolos, aqui vou-te mostrar o que andas a comer e o quão prejudicial para a tua saúde isso o é.

Não pretendo que deixes de ir ao Mac ou que vejas MTV etc. O que pretendo é que a frequência com que o faças seja muito menor e te tornes numa pessoa saudavelmente ativa. No próximo texto ficarás a saber o que tens andado a comer. Deixo-te um vídeo para teres uma ideia do que se segue: